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Alunos de ComCom fazem 1ª visita do semestre na Fercal

Neste sábado (16), a disciplina de Comunicação Comunitária pôde retomar uma atividade que os estudantes e extensionistas amam: as visitas às Fercal. Na visita, estiveram presentes professoras e alunos da disciplina, extensionistas e jovens da região administrativa acompanhados pela parceira do projeto Priscila do Carmo. 

Para registrar esse momento que não acontecia desde o semestre de 2019.2 e para que você possa saber mais sobre como foi o sábado de ComCom, separamos algumas fotos para vocês. Vem conferir.

 

 

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Evento "Educação Midiática para estudantes"

Amanhã, 12 de julho, às 14h30 acontece o evento "Educação Midiática para estudantes", no IFB Campus Brasília. O evento é uma parceria entre o IFB e a Faculdade de Comunicação, da Universidade de Brasília, que acontece por meio do nosso projeto de extensão, ComCom.

O debate sobre informação contará com a presença de Guilherme Portanova (TV Record), Darcianne Diogo (Correio Braziliense), Pedro Alves (Portal G1), Celimar de Meneses (Portal Metrópoles) e Marcelo Vinícius de Oliveira Santos (Jovem de Expressão). Além dos professores Dr. Fernando Paulino UnB, coordenador de ComCom, e Dra. Rafaela Caetano Pinto (IFB) e do nosso extensionista Luiggi Fontenele, que fará a mediação.

Também haverá transmissão pela TV IFB, no YouTube. Os participantes serão certificados!

Inscrições gratuitas pelo link que está disponível nos nossos stories! Participe!

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Um guia para sala de aula: Comunicação, educação, mobilização social e acesso à informação

UM GUIA PARa SAlA DE AULA

Um guia para sala de aula: Comunicação, educação, mobilização social e acesso à informação

Confira o material que fizemos em 2020 , ele é um dos resultados do Projeto Comunicação, Educação, Mobilização Social e Acesso à Informação no Distrito Federal e no Distrito de Columbia contemplado pelo Edital 04/2017 da Seleção Pública organizada pelo Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP/DF). Título: “Comunicação e Educação: direito à informação, tecnologias da comunicação e mobilização social.

 Link: https://drive.google.com/file/d/1e8wXJUbPCWoW9w5ePniO4ke7FkiVu8s8/view?usp=sharing

Comida de verdade, sem veneno e para todos!

Em 2020 o Brasil aprovou o registro de 493 agrotóxicos, o maior número já documentado pelo Ministério da Agricultura, que compila esses dados desde 2000.  Agravando mais essa situação, o PL dos Venenos (PL 6299/2002), foi licenciado em 2022 na Câmara dos Deputados, que agora tramita no Senado Federal. Por consequência, torna o registro e uso do veneno mais fácil, beneficiando o agronegócio, principal responsável pelo alto uso de agrotóxicos visando o lucro.

Nós não vamos pagar nada #PEC206NÃO

Nós não vamos pagar nada #PEC206NÃO

Na mesma semana em que o Homeschooling – modalidade de educação que defende a educação em casa, pelos pais, em vez de escolas, foi aprovada na Câmara dos Deputados, encaminhou-se em pauta na CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda 206, do deputado federal General Peternelli e Kim Kataguiri do MBL,  ambos do União Brasil pelo estado de São Paulo. 

Rolê das Eleições: Mobilização pública aumenta número de jovens com título de eleitor

 

 2022 é ano de eleições, mas será que os jovens estão engajados no seu direito de votar? Em fevereiro, tivemos o menor número de adolescentes de 16 a 17 anos com título de eleitor da história. Pouco mais de 830 mil jovens tinham o documento, enquanto nas últimas eleições, em 2018, eram mais de 1,4 milhão de jovens na faixa etária com o documento. 

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Chamada pública para bolsistas de comunicação

EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE EXTENSÃO 

 

Post chamada de comcom

 

Chamada pública para seleção e formação de cadastro reserva de Estudantes da Graduação interessados/as em participar para atuação nos projetos de extensão “Projeto Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária (Ralacoco)”, “Projeto Nossas Vozes”, “Educação Midiática” e  “Projeto Comunicação Comunitária” vinculado ao Edital Pibex 2022.

Inscrições de 16 a 25 de março de 2022

A história começa antes de 1500! Acampamento Luta Pela Vida e a 2ª Marcha das Mulheres Indígenas que ocorre em Brasília

De 7 a 11 de setembro deste ano as lideranças indígenas femininas da Amazônia, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica, Caatinga e Pampas se reuniram no Acampamento Luta Pela Vida, que acontece desde o final de agosto e que conta com a participação de 6 mil indígenas acampados no Distrito Federal e dão continuidade a intensa mobilização realizada em junho no Levante pela Terra. Durante a marcha, as mulheres indígenas gritaram juntas as palavras de ordem pela ˜Demarcação Já!, Não ao Marco Temporal e ao PL 490˜.

 

De 7 a 11 de setembro deste ano as lideranças indígenas femininas da Amazônia, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica, Caatinga e Pampas se reuniram no Acampamento Luta Pela Vida que acontece desde o final de agosto e que contou com a participação de 6 mil indígenas acampados no Distrito Federal dando continuidade a intensa mobilização iniciada em junho com o Levante pela Terra. Durante a marcha, as mulheres indígenas gritaram juntas as palavras de ordem "Demarcação Já!, não ao Marco Temporal e ao PL 490".

O motivo da mobilização é a ação de reintegração de posse movida pelo governo de Santa Catarina contra o povo Xokleng, referente à Terra Indígena Ibirama La-Klãnõ, em Santa Catarina, onde também residem os povos Guarani e Kaingang que será analisada pelo Superior Tribunal Federal. Tendo recebido em 2019 o status de processo com “repercussão geral”, significando que a decisão tomada será diretriz para a gestão federal e todas as instâncias da Justiça no processo de demarcação das terras indígenas. Os partidos que mais votaram a favor da aprovação do PL 490 são: PSL (sete votos), PP (cinco votos), Republicanos (quatro votos), PSD (quatro de cinco votos) e DEM (quatro votos). A imensa maioria dos 20 parlamentares desses partidos votou alinhada ao governo e à bancada ruralista: foram 17 votos favoráveis ao projeto anti-indígena.

A questão discutida é a tese do “Marco Temporal”, que defende que os povos indígenas só teriam direito à demarcação das terras que estivessem em sua posse no dia 5 de outubro de 1988 -data da promulgação da Constituição. Tese a qual tem a favor a bancada ruralista e setores políticos e econômicos com interesse na exploração das terras indígenas. A medida é inconstitucional e legaliza o garimpo, destrói reservas florestais e expulsa os indígenas de suas terras. Diversas consequências se desenvolvem a partir da não demarcação das terras indígenas, como o aumento do risco para a proteção dos biomas, ecossistemas, recursos naturais finitos e a produção de alimentos, impactando os povos indígenas e todo o restante da população brasileira. Quanto ao contexto pandêmico, os povos indígenas estarão mais vulneráveis a privação de acesso à vacina e políticas públicas sanitárias.

Nesta semana também se deu início a 2ª Marcha das Mulheres, com o tema   ̃Mulheres originárias: Reflorestando mentes para a cura da Terra ̃. O acampamento aconteceu em frente à FUNARTE e foi até o dia 11 de setembro de 2021, contando com a participação de cerca de 4 mil mulheres de mais de 160 povos diferentes. Perfis como @midiaindia, @apiboficial e @midiaguaranimbya estão noticiando o acontecimento, além de contar com comunicadores indígenas como @guajajarasonia e @alice_pataxo. Também foram veiculadas notícias no Correio Braziliense, Metrópoles e Amazônia Real, nos quais o acampamento foi abordado de maneira superficial, sem contar com a fala de nenhum indígena, citar informações sobre a programação, o motivo da mobilização, os direitos dos povos, ritos, orações, e se limitando apenas a cobrir as manifestações.

Juristas acreditam que o STF não considerará a tese do "Marco Temporal", mas mesmo se for desconsiderada o PL 490/2007 ainda ameaça os indígenas. Se o projeto for aprovado, o Governo Federal terá poder unânime para obter posse de terras indígenas já demarcadas, para impossibilitar processos demarcatórios em andamento, e também para autorizar atividades predatórias em terras já demarcadas, como o garimpo. 

 

Miriam Tapuia @narrary_tapuia - fotógrafa do Mídia Índia

 

“Estive presente na Marcha das Mulheres e no ATL. Minha experiência foi única, acredito que a experiência de cada pessoa. Estávamos todos juntos pelo mesmo propósito. Vários povos e várias línguas unidos, várias culturas e rituais diferentes… Pra mim, só de conseguirmos unir a quantidade de povos que estavam presentes, mais de 3000 mulheres indígenas, fora as crianças e os homens foi ótimo. Estávamos em prol dos nossos direitos contra o PL490 e contra o “Marco Temporal”. Vários povos originários presentes, muitos povos tiveram dificuldade de chegar até Brasília por questão de recursos, mas a grande maioria conseguiu vir. Um dos dias mais marcantes foi na noite antes de 7 de setembro, no qual o acampamento quase foi invadido. Foi um momento muito tenso, mas no fim deu tudo certo. Tivemos dois votos contra o ˜Marco Temporal ̃ e para nós isso já é uma vitória, mas a luta ainda continua. Enquanto houver um único indigena vamos lutar, unidos somos mais fortes.” Miriam Tapuia, 26 anos, indígena da etnia tapuia da Bahia, e fotógrafa da Mídia Índia.

Na semana passada, o ministro e relator Edson Fachin votou contra o uso da tese ruralista do Marco Temporal e o julgamento será retomado dia 15 de setembro e a mobilização segue na expectativa de que o processo seja votado e, que o STF reafirme o direito dos povos indígenas sobre suas terras.

Por: Mariana Abuchain

 

14x Fercal: um projeto de comunicação local independente

 

O 14 x Fercal é um projeto de comunicação independente que iniciou sua jornada em 2018 com a parceria do Programa de Extensão Comunicação Comunitária da Faculdade de Jornalismo da Universidade de Brasília. Atua, principalmente, na difusão da Educomunicação - Fazer educação, pela comunicação, usando a mídia, com muita participação! A ideia central do 14x Fercal é de que as tecnologias sociais devem estar, sobretudo, a serviço da comunidade, sendo geridas democraticamente e de forma colaborativa. Tem como propósito fortalecer a comunicação local, ampliando o acesso à informação e incentivando jovens a serem produtores desse processo. Tem o propósito reunir as informações produzidas nas comunidades e veicular, conforme os interesses locais, a partir dos diversos meios que serão trabalhados.

 

UnB debate ações de comunicação comunitária e popular na pandemia

COMCOM SEMUNI 2020 CAPANa quinta-feira, 24 de setembro, o programa de comunicação comunitária da Universidade de Brasília (UnB) promoveu o  evento Debates sobre Comunicação Comunitária. A atividade integrou a programação da 20ª Semana Universitária da UnB. 

As experiências de combate à desinformação e de mobilização social no cenário da pandemia foram discutidas em duas mesas, com a participação de comunicadores populares e pesquisadores da área. 

>Assista os debates

 

Com gigantes por trás, 2019 é o novo "ano do podcast" no Brasil

podcastVocê sabia que esse ano é p ano dos podcasts no Brasil?  Essa frase já foi repetida em outros anos, mas alguns sinais mostram que desta vez - sério mesmo - esse tipo de mídia pegou de vez para o público brasileiro.  A popularização de personalidades que produzem programa de áudio, distribuídos principalmente para smartphones, e as apostas de empresas como Google e Spotfy simbolizam uma nova fase para podcasts no país.

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Redes sociais perdem espaço como fonte de notícia,diz relatório global

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma fonte importante de acesso a notícias. Contudo, esta tendência começa a mudar. A conclusão é do Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais conceituados do mundo. O estudo, divulgado nesta semana, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

Segundo a pesquisa, o índice de pessoas que se informam pelas redes sociais caiu em diversos mercados importantes, como Estados Unidos (6%), Reino Unido e França. “Quase a totalidade disso se deve à diminuição da busca, publicação e compartilhamento de notícias do Facebook”, analisam os autores. Apesar disso, a rede social ainda é a mais utilizada para ler notícias (36%), seguida de Whatsapp (15%), Twitter (11%), FB Messenger (8%) e Instagram (6%).

Na comparação entre países, o Brasil ainda é o local pesquisado em que o Facebook tem maior popularidade como fonte de notícias (66%), seguido por Estados Unidos (45%), Reino Unido (39%) e França (36%).

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Facebook tem sido menos usado para notícias, enquanto WhatsApp cresce

Whatsapp NoticiasO uso do Facebook, maior rede social do mundo, para notícias caiu 9 pontos percentuais em relação a 2017 nos Estados Unidos e 20 pontos para audiências mais jovens, mostrou uma pesquisa do Instituto Reuters com 74 mil pessoas em 37 mercados.