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ANF: a força e a importância no cenário das favelas brasileiras e mundiais

A Agência de Notícias das Favelas, fundada em 2001, é considerada a primeira agência de notícias das favelas do mundo. Exerce um importante e forte papel social nesses cenários, tendo em vista que foi criada justamente com o foco de mostrar a realidade das favelas, além de abordarem diversos termas. Outro ponto de extrema relevância, é que a própria comunidade participa dos processos de produção e venda do seu jornal: A Voz das Favelas. Além de promover diversos eventos e discussões com temas diversos, de maneira que desejam democratizar a comunicação e formar uma ampla frente popular.

O Jornal Sem Terra, a luta pela reforma agrária e a divulgação do MST

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra vem usando elementos da comunicação comunitária para disseminar seus projetos e ideais. O Jornal Sem Terra, mídia criada pelos militantes do MST para informar e da visibilidaes para suas próprias comunidades e lutas, tem sido fundamental na manutenção dessa luta e tem servido como exemplo para outros veículos de comunicação ligados à movimentos sociais.

O Poder Popular: rumo à emancipação humana

poder popular 2bA principal motivação para a escolha do objeto de estudo em questão é o caráter pessoal, visto que o jornal O Poder Popular é o jornal oficial do Partido Comunista Brasileiro (PCB), partido no qual milito em sua juventude, a UJC. 

Movimento "Corpo Livre" promove a autoaceitação nas redes sociais

A questão do belo é cada vez mais discutida, especialmente com o surgimento de vários movimentos de autoaceitação e de crítica aos padrões estéticos. Os ideais de beleza mudam de acordo com a cultura de cada época, mas, ao se observar a história, boa parte desses padrões são impostos e perpetuados pelas classes mais ricas e que possuem condições de se manter dentro dele. Dessa forma, é ainda mais importante dialogar  sobre o tema, especialmente na esfera digital e na grande mídia, espaços em que parte considerável da população tem acesso a informação.

Jornal comunitário mostra realidade vivida na Rocinha

Jovens moradores da favela Rocinha, localizada no Rio de Janeiro -RJ, criaram um jornal comunitário, que tem como objetivo expor as dificuldades da comunidade, eventos, projetos, reivindicações e histórias inspiradoras da população.

Projeto Escuta que é bom promove a cultura e música local

IMG 2399A música está presente nas festas, na hora de lavar louça, praticar exercícios, sofrer ou comemorar, não tem jeito, ela garante a trilha sonora das nossas vidas. Mas sempre tem aqueles gêneros e artistas mais famosos, que tocam repetidas vezes e por isso acabamos esquecendo de olhar para as bandas e cantores da nossas cidades. A proposta do  projeto é mostrar que música boa também está fora dos top 50 do Spotify e que para conhecer basta olhar para o lado.

Coletivo Força Tururu fortalece vozes comunitária e popular em Recife

ggForçaTururuFormação, produção, atuação em rede, incidência política e sustentabilidade são os principais eixos pelos quais este grupo forte tem trabalhado a comunicação popular e comunitária, de forma a ecoar vozes e fortalecer outros grupos e coletivos da região metropolitana do Recife, desde 2008.

O Mercado Sul Vive e a perspectiva da emancipação dos indivíduos

A partir do uso de uma linguagem e expressão cultural da periferia, o coletivo Mercado Sul Vive faz da comunicação comunitária um elemento fundamental no processo de ressignificação de seu espaço e concentra seus esforços para que o diálogo seja uma ferramenta de emancipação.

A comunicação comunitária no enfrentamento da pandemia de COVID-19

oLB5qy3Jornalista há 20 anos, Elida Ramirez, moradora da comunidade da Pedreira Prado Lopes, mais antiga favela de Belo Horizonte-MG,  sempre quis trabalhar com a comunicação comunitária. Nesse contexto, durante o período de pandemia, começou a perceber que a mídia tradicional não representa ou trata de temas de genuíno interesse da periferia. Conforme as palavras da própria jornalista: “As orientações que são passadas pelo poder público e pela própria imprensa não consideram algumas questões cotidianas. Como você vai pedir para alguém lavar a mão se ele não tem água? Como falar para a pessoa ficar em casa em isolamento social se ela não tem casa? Falar sobre álcool em gel se a pessoa não tem o que comer?”. 

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